A energia solar chega, também, ao homem do campo em Sergipe Foto: Ascom/BNB
De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a Bahia lidera o ranking nordestino de potência instalada em energia solar fotovoltaica, com 1.596,8 MW, representando 4,4% da capacidade total do país. O estado tem se destacado pelos investimentos na geração distribuída de energia solar, atraindo bilhões em aportes e gerando milhares de empregos.
Além da Bahia, outros estados nordestinos também se sobressaem na geração de energia solar. O Ceará ocupa a segunda posição na região, com 1.099,6 MW instalados, seguido por Pernambuco, que registra 803,3 MW. O Rio Grande do Norte e o Piauí também apresentam números expressivos, com 702,1 MW e 606,4 MW, respectivamente. Esses estados têm investido fortemente na ampliação da capacidade de geração solar, consolidando o Nordeste como um polo de energias renováveis no Brasil.
Desde 2012, a geração solar tem impulsionado a economia de Sergipe, atraindo cerca de R$ 1 bilhão em investimentos, gerando mais de 6,6 mil empregos e arrecadando R$ 300 milhões aos cofres públicos. Para ampliar ainda mais a sustentabilidade e a adoção da energia solar, a Absolar recomenda a criação e ampliação de políticas e incentivos locais. Medidas como a inclusão da tecnologia fotovoltaica em prédios públicos, moradias populares e programas de universalização do acesso à eletricidade podem acelerar essa transição energética.
Além disso, a aprovação do Projeto de Lei nº 624/2023, que institui o Programa Renda Básica Energética (REBE), é vista como essencial para o avanço da energia solar no Brasil. “Atualmente em tramitação nas comissões do Senado Federal, este PL é fundamental para a geração distribuída solar, pois resolve estruturalmente, via lei, o problema das negativas de conexão, feitas pelas distribuidoras sob alegação de inversão de fluxo de potência. Essas negativas estão impedindo milhares de consumidores brasileiros, entre residências, pequenos negócios, produtores rurais e gestores públicos, de exercer o seu direito de gerar a própria energia limpa e renovável, para reduzir sua conta de luz”, aponta Rodrigo Sauaia, presidente executivo da Absolar.
“Como o projeto atualiza a Lei nº 14.300/2022, o marco legal da geração própria renovável, as distribuidoras ficarão proibidas de impedir os consumidores de conectar sua microgeração distribuída. Se for necessário algum reforço na infraestrutura elétrica para receber esta microgeração, a distribuidora ficará responsável por fazer este investimento diretamente, em vez de repassar estes custos ao consumidor”, acrescenta Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar.
Enquanto os estados nordestinos avançam rapidamente no setor de energias renováveis, outras regiões do Brasil também investem na transição energética. No Sudeste, Minas Gerais lidera com a maior capacidade instalada, seguido por São Paulo. No Centro-Oeste, o destaque é Mato Grosso, que tem ampliado sua infraestrutura para geração solar.
Já no Sul do país, o Rio Grande do Sul se sobressai, investindo na diversificação da matriz energética. A tendência é que, nos próximos anos, a energia solar se torne ainda mais acessível e essencial para o desenvolvimento sustentável de todo o Brasil.
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