A importância da saúde preventiva é o principal tema de duas sessões – uma às 16 horas e outra às 19h30 – promovidas pelos gestores do aplicativo sergipano DocHealth, em parceria com Tepsso e Conviva Coworking, que sediará o evento. A inscrição tem o valor simbólico de R$ 10,00, que pode ser feita através do Sympla (clique e faça a inscrição para as 16 horas ou para as 19h30). O valor arrecadado com as inscrições será revertido para o Movimento Mulheres de Peito.
Essas duas rodas de conversa espera reunir 30 mulheres em cada um. E com um detalhe: “quem se inscrever poderá levar mais uma pessoa”, diz Gisele Késsia Gelchleiter, cofundadora da DocHealth, ao acrescentar que essa programação integra o Outubro Rosa, mês dedicado, internacionalmente, à prevenção do câncer de mama. O aplicativo DocHealth está engajado nesse trabalho e lançou este mês uma funcionalidade chamada “Jornada Outubro Rosa” para incentivar e direcionar as mulheres sobre a importância do autocuidado e autoconhecimento da mama, buscando a prevenção ao câncer de mama.
Conscientização da prevenção: Biópsia já! – facilitadora: Associação Mulheres de Peito @movimentomulheresdepeito
Oficina: Os caminhos desde a prevenção, passando pelo diagnóstico e tratamentos – facilitadora: Aurina – Tepsso (@tepsso.treinamentos)
A tecnologia a favor da vida – facilitadora: G. Gelschleiter – Dochealth
Os usuários, além de aprenderem e se informarem, podem compartilhar a Jornada Outubro Rosa com outras pessoas, disseminando a informação. O aplicativo é gratuito, poder ser baixando tanto na App Store como no Play Store, e permite que qualquer pessoa armazene em seu smartphone seus dados de saúde, exames médicos, comprovante de vacinação e também gerencie lembretes de saúde.
“Nosso aplicativo vai lembrar, por exemplo, que a mulher deve fazer o autoexame, sempre 10 dias após a menstruação. Nossa missão é entregar o gerenciamento da saúde na mão do paciente”, afirmou Gisele Késsia. Ela acrescentou que o aplicativo nasceu para as pessoas armazenarem todos os tipos de exame. Com uma equipe multidisciplinar, o aplicativo visa ampliar o conceito de Open Health (saúde aberta).
O Dochealth nasceu em 2019, foi fruto de um investimento até agora de R$ 300 mil, e tem o apoio da Fapitec para desenvolver novas funcionalidades que facilitarão a interpretação de exames médicos laboratoriais. Hoje, mais de 1 mil pessoas já baixaram o aplicativo e a meta é chegar a 10 mil pessoas até dezembro.
“Temos usuários em todo os Estados brasileiros, Estados Unidos, Irlanda e Índia”, disse Gisele Késsia. O aplicativo passou no edital Tecnova, Finpe e Fapitec de incentivo à inovação, e agora está no processo de implementar melhorias.
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