Estimativa para 2022 caiu de 1,8% para 1,1%
Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS, com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), indicou que, em 2016, o saldo (total de admissões menos total de desligamentos) foi de -15.653 empregos formais, no estado. O resultado do ano é fruto da diferença entre 85.720 admissões e 101.373 demissões.
O setor da construção civil foi o principal responsável pela redução das vagas de emprego em Sergipe, somente em 2016, foi registrada a redução de 5.627 postos de trabalho neste setor. A construção de edifícios foi a atividade que mais desempregou, sendo 4.249 empregos a menos, no ano que findou, o maior índice de desligamentos foi observado entre os serventes de obras e os pedreiros.
O setor da indústria de transformação registrou o segundo maior saldo negativo em Sergipe, contabilizando a redução 4.179 vagas. A fabricação de álcool e a fabricação de calçados de couro registraram reduções significativas de empregos, com saldos de -992 e -493, respectivamente, em 2016.
Também apresentou saldo negativo elevado, o setor de serviços, com redução de 2.967 empregos formais, mesmo tendo a atividade de teleatendimento como a atividade com maior saldo de empregos em 2016, gerando 565 novas vagas. Os outros setores que também apresentaram resultados negativos, ao longo do ano passado, foram: o comércio (-1.572), o serviços industriais de utilidade pública (-1.075), a agropecuária (-133) e a extração mineral (-122). Apenas o setor da administração pública apresentou saldo positivo, com a geração de 9 vagas.
Entre os municípios sergipanos, com mais de 30 mil habitantes, a capital sergipana foi a que apresentou o pior resultado, fechando o ano de 2016 com 8.483 empregos a menos, sendo os piores resultados observados na indústria da construção civil (-3.933) e no setor de serviços (-1.465). O município de Nossa Senhora do Socorro, registrou o segundo pior resultado, com redução de 1.941 empregos, concentrados principalmente na indústria de transformação.
A cidade de São Cristóvão apresentou redução de 775 empregos, também impulsionado pelo mau desempenho da construção civil. Em Itabaiana a redução foi de 374 empregos, principalmente na indústria de transformação e na construção civil.
Entretanto, alguns municípios sergipanos contabilizaram saldos positivos, em 2016, com a geração de novos postos de trabalho, o destaque foi a cidade de Lagarto, onde foram criados 336 empregos novos, com destaque para os setores de serviços e da construção civil.
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