Claudefranklin Monteiro (*) Nunca fui dado a admirar flores ou ficar absorto apreciando árvores. Com o tempo, não sei ao certo a partir de quando, tornei-me um entusiasta, nunca um poeta. Sim, porque este tem em si a expertise do verso e eu apenas a sutileza da sensibilidade. Quanto aos versos com que inicio o presente artigo, pura ousadia …
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