A China permanece como o principal motor global da manufatura Foto: Stockphoto
Por Daniela Sena (*)
A China permanece como o principal motor global da manufatura, contribuindo com aproximadamente 17% de todos os produtos intermediários globais. Isso solidifica seu papel nas cadeias de produção global, apesar das tensões comerciais entre a China e outras nações criarem desafios para as empresas que operam nessas cadeias.
Entramos em uma nova fase da globalização conhecida como “China Plus Many”. Diferente da estratégia anterior “China Plus One”, que focava em um único país como alternativa à China, empresas agora buscam diversificar suas cadeias produtivas incluindo múltiplos destinos. Países como Índia, Vietnã, México e Tailândia estão sendo considerados alternativas estratégicas, embora seja improvável que substituam completamente a China, dada sua escala de produção e complexidade logística.
As empresas estão adaptando seus investimentos às regulamentações específicas de cada mercado. Além disso, as mudanças climáticas, como a escassez de água e secas frequentes em regiões como México, Polônia, Índia, China e Vietnã, forçam as empresas a integrar a adaptação climática em suas estratégias de longo prazo. A mudança climática tornou-se um imperativo econômico, impactando diretamente as cadeias de produção.
Nos últimos anos, o Brasil se consolidou como um destino importante para investimentos chineses, especialmente em setores como energia, automotivo e infraestrutura. Em 2023, os investimentos chineses no Brasil somaram US$1,73 bilhão, refletindo um crescimento de 33% em comparação com o ano anterior.
Setores em Foco
A maioria dos investimentos chineses em 2023 foi realizada via iniciativas greenfield, mostrando o interesse em fortalecer parcerias de longo prazo e consolidar o Brasil como um hub estratégico para a transição energética global e o desenvolvimento de novas tecnologias.
A cooperação entre Brasil e China é projetada para se intensificar, especialmente em áreas como energia verde, infraestrutura e veículos eletrificados. Essa relação estratégica promete benefícios mútuos que podem impulsionar a economia brasileira e consolidar o país como um destino privilegiado para o capital produtivo chinês.
Até a próxima!
Fonte : CEBC Conselho Empresarial China-Brasil
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